Tenho uma teoria para o TOC. Ele deriva de situações e pessoas repetitivas e enfadonhas.
Se não me falha a memória, desenvolvi o TOC ainda criança, a partir das missas dos domingos. Eu já havia decorado toda a fala do padre, podia seguir todas suas instruções de olhos, boca e ouvidos fechados. Era tudo minimamente cronometrado. Nada saìa da rotina ou mesmo, mudava.
A partir disso, comecei a desenvolver atividades paralelas. Contava os genuflexórios, as janelas, os quadros, os santos, as lajotas e com o aprimoramento, os detalhes das decorações como das lâmpadas nos lustres e dos desenhos nas pinturas.

Olha, durante toda minha infância minha mãe me obrigava a frequentar a missa aos domingos. Até hj sou capaz de lembrar da missa inteira também. Eu gostava de tentar contar quantas pessoas estavam ali perdendo preciosas horinhas de sono dominical.
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